O dever íntimo do homem FICA entregue ao seu livre arbítrio.
O aguilhão DAconsciência, guardião DA probidade interior, o adverte e sustenta; mas, muitas vezes se Mostra impotente diante dos sofismas DA paixão. Fielmente observado, o dever docoração eleva o homem; porém, como determiná-lo com exatidão?
Onde começa ele?
O Dever principia sempre, para cada um de vós, do ponto em que ameaçais a felicidade ou
A tranqüilidade do vosso próximo; acaba no limite que não desejais ninguém que transponha
Com relação a vossa.
Para que não sejamos mutilados psíquicos, urge não mutilar o próximo. Em matéria de afetividade, no curso dos séculos, vezes inúmeras disparamos na direção do Narcisismo e, estirados na volúpia do prazer estéril, espezinhamos sentimentos alheios,
Impelindo criaturas estimáveis e nobres a processos de angústia e criminalidade, depois
De prendê-Las a nós mesmos com o vínculo de promessas brilhantes, das quais nos
Descartamos em movimentação imponderada. Toda vez que determinada pessoa convide
Outra à comunhão sexual ou aceita de alguém um apelo neste sentido, em bases de
Afinidade e confiança, estabelece-se entre ambas um circuito de forças, pelo qual a
Dupla se alimenta psiquicamente de energias espirituais, em regime de reciprocidade.Quando um dos parceiros foge ao compromisso assumido, sem razão justa, lesa o outro
Na sustentação do equilíbrio emotivo, seja qual for o campo de circunstâncias em que
Esse compromisso venha a ser efetuado. É dada a ruptura no sistema de permuta das
Cargas magnéticas de manutenção, de alma para alma, o parceiro prejudicado, se não dispõe de conhecimentos superiores na auto-defensiva, entra em pânico, sem que se lhe
Possa prever o descontrole que, muitas vezes, raia na delinqüência. Tais resultados DAimprudência e DA invigilância repercutem no agressor, que partilhará das conseqüências
Desencadeadas por ele próprio, debitando-se-lhe ao caminho a sementeira partilhada de Conflitos e frustrações que carreará para o futuro.
Sabemos que a Justiça Humana Comina punições para OS atos de pilhagem na esfera das realidades objetivas,
Considerando a respeitabilidade dos interesses alheios; no entanto, OS legisladores Terrestres perceberão igualmente, um dia, que a Justiça Divina alcança também OS Contraventores DA Lei do Amor e determina se lhes instale nas consciências OS reflexos Do saque afetivo que perpetram contra OS outros.
Daí procede a Clara certeza de que não Escaparemos das equações infelizes dos compromissos de ordem sentimental, Injustamente menosprezados, que resgataremos em tempo hábil, parcela a parcela, pela Contabilidade dos princípios de causa e efeito. Indefinidamente nâo esqueçamos que estaremos sempre,Nesse sentido, até exonerar o próprio espírito das mutilações e conflitos hauridos no Clima DA irreflexão, aprenderemos no corpo de nossas próprias manifestações ou no Ambiente DA vivência pessoal, através DA penalogia sem "cárcere aparente", que nuncaLesaremos a outrem sem lesar a nós.
Indiscutivelmente, nos Planos Superiores, o liame entre Dois seres é espontâneo, composto em vínculos de afinidade inelutável. Na Terra doFuturo, as ligações afetivas obedecerão a idêntico princípio e, por antecipação, milhares De criaturas já desfrutam no próprio estágio DA encarnação dessas uniões ideais, em que Se jungem psiquicamente uma à outra, sem necessidade DA permuta sexual, mais Profundamente considerada, a fim de se apoiarem mutuamente, na formação de obras Preciosas, na esfera do espírito.
Acontece, no entanto, que milhões de almas, detidas na evolução primária, Jazem no Planeta, arraigadas a débitos escabrosos, perante a lei de causa e efeito e, Inclinadas que ainda são ao desequilíbrio e ao abuso, exigem severos estatutos dos Homens para a regulação das trocas sexuais que lhes dizem respeito, de modo a que não Se façam "salteadores impunes" na construção do mundo moral. Os débitos contraídos porlegiões de companheiros DA Humanidade, portadores de entendimento Verde para OS Temas do amor, determinam a existência de milhões de uniões supostamente infelizes,
Nas quais a reparação de faltas passadas confere a numerosos ajustes sexuais, sejam else Ou não acobertados pelo beneplácito das leis humanas,o aspecto de ligações Francamente expiatórias, com base no sofrimento purificador.O divórcio é lei humana que tem por objeto separar legalmente o que já, deFato, está separado. Não é contrário à lei de Deus, pois que apenas reforma o que OS Homens hão feito.
Nesses lances DA experiência, surge a separação à maneira debênção necessária e o cônjuge prejudicado encontra no tribunal DA própria consciência o Apoio moral DA auto-aprovação para renovar o caminho que lhe diga respeito, acolhendoOu não nova companhia para a jornada humana.
É justo reconhecer que a escravidão não vem de Deus e ninguém possui o Direito de torturar ninguém, à face das leis eternas. O divórcio, pois, baseado em razões Justas, é providência humana e claramente compreensível nos processos de evolução Pacifica.
O matrimônio pode ser precedido de doçura e esperança, mas isso não Impede que OS dias subseqüentes, em sua marcha incessante, tragam aos cônjuges OS Resultados das próprias criações que deixaram para trás. A mudança espera todas asCriaturas nos caminhos do Universo, a fim de que a renovação nos aprimore.
Justo observar que toda criatura prejudicada Usufrui o direito de envidar esforços na própria recuperação.
Análogo princípio Prevalece nas conjunções do sentimento, sempre efetuadas com fins determinados emVista. O companheiro ou a companheira menosprezada no círculo doméstico detém a Faculdade de refazer as condições que julgue necessárias à própria euforia, com base naconsciência tranqüila. Não existem obrigações de cativeiro para ninguém nos Fundamentos morais DA Criação. Um ser não dispõe de regalias para abusar Impunemente de outro, sem que a vítima se veja espontaneamente liberta de qualquer Compromisso para com o agressor. Como é, além disso, que a mais viva afeição de dois seres pode mudar-se em Antipatia e mesmo em ódio?
“Não compreendes então que isso constitui uma punição, se Bem que passageira?
Depois, quantos não são OS que acreditam amar perdidamente,
Porque apenas julgam pelas aparências, e que, obrigados a viver com as pessoas Amadas, não tardam a reconhecer que só experimentaram um encantamento material.
Não basta uma pessoa estar enamorada de outra que lhe agrada e em quem supõe belas Qualidades. Vivendo realmente com ela é que poderá apreciá-la. Tanto assim que, em Muitas uniões, que a princípio parecem destinadas a nunca ser simpáticas, acabam OS Que as constituíram, depois de se haverem estudado bem e de bem se conhecerem, por Votar-se, reciprocamente, duradouro e terno amor, porque assente na estima! Cumprenão se esqueça de que é o Espírito quem AMA e não o corpo, de sorte que, dissipada ailusão material, o Espírito vê a realidade.
“Duas espécies há de afeição: a do corpo e a DA alma, acontecendo com freqüência tomar-se uma pela outra. Quando pura esimpática, a afeição DA alma é duradoura; efêmera a do corpo. Daí vem que, muitasVezes, OS que julgavam amar-se com eterno amor passam a odiar-se, desde que a ilusão Se desfaça.”
Seja qual seja o motivo em que o tédio se fundamente, recorram OS Companheiros imanizados em mútua associação no lar ao apoio recíproco mais Profundo e mais intensivo. Com isso, estarão em justa defesa DA harmonia íntima, sem Castigarem o próprio corpo. E reeducar-se-ão, sem hostilizar OS que, porventura, lhes Demonstrem afeto, mas acolhendo-OS, não mais na condição de cúmplices das aventuras Deprimentes, a que se renderam outrora, e sim por irmãos queridos, com quem podemos Fundir-nos, em espírito, no mais alto amor espiritual.
Arraigado no labirinto deexistências menos felizes, Decerto que o problema das reações negativas, culpas,Remorsos, inibições, vinganças e tantos outros está presente no quadro familiar, em que O ódio acumulado em estâncias do pretérito se exterioriza, por meio de manifestações catalogáveis na patologia DA mente.
Instituído o ajuste afetivo entre duas pessoas, Levanta-se, concomitantemente, entre elas, o impositivo do respeito à fidelidade natural,
Ante OS compromissos abraçados, seja para a formação do lar e DA família ou seja para aconstituição de obras ou valores do espírito.
Desfeitos OS votos articulados em dupla,Claro que a ruptura corre à conta daquele ou daquela que a empreendeu, com o aceitecompulsório das conseqüências que advenham de semelhante resolução.
Toda Sementeira se acompanha de colheita, conforme a espécie. É razoável nos lembremos Disso, porquanto o autor ou autora DA defecção havida, ante OS princípios de causa e Efeito, é considerado violador de almas, assumindo com as vítimas a obrigação derestaurá-Las, até o ponto em que as injuriou ou prejudicou, ainda mesmo quando naconceituação incompleta do mundo essas criaturas tenham sido encontradas Supostamente já prejudicadas ou injuriadas por alguém. O diamante no lodo não deixa De ser diamante, sem perder o valor que lhe é próprio, diante DA vida. A criatura em Sofrimento não deixa de ser criação de Deus, sem perder a imortalidade que lhe é própria, à frente do Universo.
Interroguem friamente suas consciências todos OS que são feridos no coração Pelas vicissitudes e decepções DA vida; remontem, passo a passo, à origem dos males Que OS torturam e verifiquem se, as mais das vezes, não poderão dizer: Se eu houvesse Feito, ou deixado de fazer tal coisa, não estaria em semelhante condição.
Desses embates multimilenares, restam, ainda, por feridas sangrentas no Organismo DA coletividade, o adultério que, de futuro, será classificado na patologia das doenças DA alma, extinguindo-se, por fim, com remédio adequado, e a prostituição quereúne em is homens e mulheres que se entregam às relações sexuais, mediante paga de inumeras formas e maneiras oficiais ou socialmente dissimuladas no seio do sagrado Matrimônio.
Estabelecendo mercados afetivos. Qual ocorre aos flagelos DA guerra, DA pirataria, DA violência homicida e DA escravidão que acompanham a comunidade terrestre, há milênios, diluindo-se, muito pouco a pouco, o adultério e a prostituição ainda Permanecem, na Terra, por instrumentos de prova e expiação, destinados naturalmente a Desaparecer, na equação dos direitos do homem e DA mulher, que se harmonizarão pelo Mesmo peso, na balança do Progresso e DA vida. Note-se que o lenocínio de hoje, Conquanto situado for a DA lei, é o herdeiro dos bordéis autorizados por regulamentação Oficial, em muitas regiões, como sucedia notadamente na Grécia e na Roma antigas, em Que OS estabelecimentos dessa natureza eram constantemente nutridos por levas deJ ovens mulheres orientais, direta ou indiretamente adquiridas, à feição de alimárias, para Misteres de aluguel.
Quando cada criatura for respeitada em seu foro íntimo, para que o amor Se consagre por vínculo divino, muito mais de alma para alma que de corpo para corpo, Com a dignidade do trabalho e do aperfeiçoamento pessoal luzindo na presença de cada Uma, então OS conceitos de adultério e prostituição se farão distanciados do cotidiano, De vez que a compreensão apaziguará o coração humano e a chamada desventura afetivanão terá razão de ser.Abstinência, em matéria de sexo e celibato, Indubitavelmente, OS que consigam abster-se DA comunhão Afetiva, embora possuindo em ordem todos OS recursos instrumentais para se aterem ao Conforto de uma existência a mais, com o fim de se fazerem mais úteis ao próximo,Decerto que traçam a is mesmos escaladas mais rápidas aos cimos do aperfeiçoamento. Agindo assim, por amor, doando o corpo a serviço dos semelhantes, e, por esse modo, Amparando OS irmãos DA Humanidade, através de variadas maneiras, convertem aexistência, sem ligações sexuais, em caminho de acesso à sublimação, ambientando-se
Em climas diferentes de criatividade, porquanto a energia sexual neles não estancou o próprio fluxo; essa energia simplesmente se canaliza para outros objetivos - OS deNatureza espiritual. Esses" supostos eunucos,"porém, muito ao contrário do que geralmente se afirma, não são criaturas Psicologicamente assexuadas, respirando em climas de negação DA vida. Conquanto abstêmios DA emotividade sexual, voluntária ou involuntariamente, são almas vibrantes, Inflamadas de sonhos e desejos, que se omitem, tanto quanto lhes é possível, no terreno Das comunhões afetivas, para satisfazerem as obrigações de ordem espiritual a que se impõem. Depreende-se daí a impossibilidade de se doarem a quaisquer tarefas dereparação ou elevação sem tentações, sofrimentos, angústias e lágrima:; e, às vezes, até Mesmo escorregões e quedas, nos domínios do sentimento, de vez que OS impulsos doAmor nelas se mantêm com imensa agudeza, predispondo-as à sede incessante decompreensão e de afeto. Entendendo-se OS valores DA alma por alimento do espírito,impossível esquecer que a produção do bem e do aprimoramento se realiza à base deAtrito e desgaste. Abstinência e celibato, seja por decisãosúbita do homem ou DA mulher, interessados em educação dos próprios impulsos, no Curso DA reencarnação, ou seja por deliberação assumida, antes do renascimento na Esfera física, em obediência a fins específicos, não contam indiferença e nem anestesia Do sentimento. Os Espíritos sublimados se atraem uns aos outros por laços de amor Considerado divino, por enquanto inabordáveis a nós outros, seres em laboriosa escalada Evolutiva e que compartilhamos das tendências e aspirações, dificuldades e provas do gênero humano. E OS companheiros temporariamente bloqueados por cérebros Deficientes e obtusos atravessam períodos mais ou menos longos de silêncio emocionados, Destinados a reparações e reajustes, quase sempre solicitados por eles Mesmos - repetimos -, já que se sentenciam a entraves e inibições, no campo deexteriorização DA mente, através dos quais refazem atitudes e recondicionam impulsos Afetivos em preciosas tomadas e retomadas de consciência.Cada homem e cada mulher que ainda não se angelizou ou que não se encontre Em processo de bloqueio das possibilidades criativas, no corpo ou na alma, traz, Evidentemente, maior ou menor percentagem de anseios sexuais, a se expressarem por Sede de apoio afetivo, e é claramente, nas lavras DA experiência, errando e acertando e Tornando a errar para acertar com mais segurança, que cada um de nós - OS filhos de Deus em evolução na Terra - conseguirá sublimar OS sentimentos que nos são próprios, De modo a erguer-nos em definitivo para a conquista DA felicidade celeste e do Amor Universal.
Oba!!! Vc foi enfeitiçado[a] por mim!!!
domingo, 19 de abril de 2009
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